Matéria-prima

A madeira já traz uma história.

Selecionamos cada peça pelo desenho, estabilidade, densidade e potencial de acabamento.

Espécies selecionadas

Veios que não se repetem.

A aparência é importante, mas não é o único critério. Estrutura, secagem, orientação das fibras e densidade determinam se uma peça é adequada ao projeto.

Elegante e expressiva

Nogueira turca

Muito valorizada por seus veios contrastantes, estabilidade e resposta ao acabamento. Cada peça apresenta um desenho próprio.

Profunda e brasileira

Imbuia

Tons castanhos escuros e aroma característico. Pode apresentar linhas marcadas e excelente presença visual.

Quente e uniforme

Cerejeira

Tem coloração quente, textura agradável e aspecto mais sereno. O tom tende a ganhar profundidade com o tempo.

Cinco amostras de madeiras nobres com desenhos diferentes

Como o desenho se forma

Convencional

Fibras mais regulares e previsíveis, com desenho contínuo e ótima leitura estrutural.

Rádica · raiz

Figura movimentada formada em regiões próximas à raiz, valorizada pela complexidade dos veios.

Burl · nó

Crescimento irregular que cria redemoinhos e pequenos “olhos”. É raro e visualmente marcante.

Solo, crescimento e cor

Por que duas peças da mesma espécie podem ser tão diferentes?

O peso varia principalmente com a densidade, a velocidade de crescimento e o teor de umidade. O ambiente mineral do solo também pode influenciar a coloração. Em madeiras ricas em taninos, o contato com ferro favorece escurecimentos e tons mais profundos. Isso é parte da singularidade do material, não uma escala automática de qualidade.